quinta-feira, 22 de junho de 2017




segunda-feira, 12 de junho de 2017

EDITH ROSA ALVES 


 Dora Alves e família​, A Associação cultural Odum Orixás  manisfesta os sinceros sentimentos pela enorme perda. 
Gostariamos que soubesse que todos perdemos juntos esta pessoa maravilhosa que passou por nossas vidas e nos deu você e sua família como presente. Agradecemos A Deus, a Oxalá   pela sua existência entre nós, agora que  tenha um descanso justo e sereno.  Continuaremos unidos lutando por uma vida melhor como ela nos ensinou também. 
 Vá em paz Edith Rosa Alves. 










domingo, 28 de maio de 2017


Aulas de danças afros é um dos melhores exercícios para quem quer aprender a gingar melhor no samba , faça danças afros.




Compreendidas como danças afros, Afoxé, sambas, jongos, maculelê, lavagem do bom fim, danças dos orixás e por ai vão outras modalidades que enriquece as matrizes  africanas no Brasil.
Com a aula ministrada todas as quintas feiras pelo então professor arquiteto, mestre sala e rei momo de BH 2013 Leo de Jesus na sede da Associação Cultural Odum Orixás situada a rua Pouso Alegre 854 no Bairro floresta em Belo Horizonte.



















quinta-feira, 22 de dezembro de 2016


Feliz é quem permite ser feliz.


Obrigado por mais um ano dos 45 que conquistamos e lutamos por mais direitos e respeitos num pais tão maravilhoso pela natureza e tão hipócrita em ser tão racista.  Mas, mesmo com tanta história triste pra contar aprendemos a lutar para sermos felizes e conquistar nossos espaços ao sol e à sombra. É essa força negra, jovem, incomodativa é que nos empurra pra luta e faz sermos ainda mais do que aquilo que desenharam pra sermos,  não nos acovardamos , hoje estamos aqui em mais um ano  vitorioso porque fizemos acontecer juntos mesmo em meio a tudo e toda tempestade adversas contra os nossos progressos. 
 Salve, salve Odum 45 Anos de luta e resistência. ( Leo de Jesus)


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ASSOCIAÇÃO CULTURAL ODUM ORIXÁS NA 27ª FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO DO EXPO MINAS

 Apresentações do Espetáculo Baobá Atlântico Negro.
 Parabéns a todas e todos que contribuíram com este maravilhoso processo.
 Adelson Sabará, Marcos, Afro César, Baiana,Obaoyo, Geraldo,Hercilia, Bernadete , Madu Santos, Wilma, NZinga, Adriana,Keylamar, Andréia,   Dora Cabeleireiros, Dayse Black,  Glácia, Raissa e Alexandre.






quarta-feira, 30 de novembro de 2016





XXVII FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO, EM 2016









COMO CHEGAR:
► De carro – onde você terá a disposição um amplo estacionamento com 3.000 vagas. O estacionamento é gerenciado pela administração do pavilhão e é pago.
► De metrô – descendo na Estação Gameleira, você terá acesso direto dentro do Pavilhão, através do finger que atravessa a rua Craveiro Lopes e desemboca no segundo piso do Pavilhão.
► De ônibus municipal – para chegar ao Pavilhão você poderá pegar as seguintes linhas
- centro – pavilhão: 2104 - 1510 - 1502 - 2151 - 1139
- Contagem – pavilhão: 2190 / 2550 / 2950 / 2740/ 2700/ 1900
INGRESSOS
►10 reais.
► Caravanas (quarta 07/12, quinta 08/12 e sexta 09/12) – desconto de 50% no valor do ingresso
 Menores de 12 anos e maiores de 60 anos não pagam ingresso.
► Lojista nacional e internacional – entrada gratuita com a apresentação do cartão do CNPJ ou cartão de visita da loja.
 


IMAGENS DO ARTESANATO PRODUZIDO PELOS ARTESÃOS DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ODUM ORIXÁS.










ARTESÃ E PERCUSSIONISTA  GLÁUCIA  

ASSOCIAÇÃO CULTURAL ODUM ORIXÁS. Tecnologia do Blogger.

Breve Histórico

A Associação Cultural Odum Orixás surge em 1972, como Balé Folclórico do Negro Odum Orixás. Idealizado pelo sociólogo Paulo Cesar Valle, em parceria com a musicista Celsa Rosa e com a atriz Eliane Maris, a dança foi a primeira linguagem artística utilizada para as discussões a respeito da condição do negro. Com o tempo, outras manifestações culturais, como teatro, música, artesanato e poesia, vão ocupando espaço no grupo, pioneiro na luta pelo fortalecimento e afirmação da cultura afrobrasileira em Minas. Em 2001, visando a conformar seu crescimento, o grupo se transforma em Associação Cultural Odum Orixás. Atualmente o Odum tem cerca de 20 integrantes e, ao longo de sua história, cerca de 300 pessoas já passaram pelo grupo trabalhando em prol da conscientização racial e resgatando a cidadania e a auto-estima do negro. Entre as principais ações desenvolvidas estão espetáculos que misturam diferentes manifestações artísticas, pesquisas sobre temáticas afrobrasileiras, produções audiovisuais e oficinas. Todas propondo à comunidade uma reflexão sobre a importância e a influência que a cultura africana tem sobre os costumes populares brasileiros.

Ações